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MAPA - HISTÓRIA DA AMÉRICA - 51/2024



Os Astecas não chegaram a desenvolver uma escrita fonética, cujo alfabeto exprime o som das letras e das palavras, contudo eles utilizavam formas ideográficas de escrita; ou seja, desenhos que representam objetos, ideias ou conceitos abstratos, como a morte. Em Tenochtitlán, havia funcionários especializados no desenho de ideogramas, incluindo números e algarismos, que também eram representados por meio de símbolos. A página do Códice Mendoza, reproduzida a seguir (também disponível no Material da Disciplina) é um registro, por meio de desenhos, do pagamento de impostos para o Império Asteca. Para compreendê-la, é preciso ter em consideração que os astecas utilizavam um sistema numérico vigesimal, isto é, com base no número 20.

“(...) [Os códices] eram feitos com lâminas de papel de amate ou amatl, amaquahuitl, em náhualt, obtido da cortila da figueira ou de folhas de maguey aplanadas ou feitas de pele de veado eram tratadas com uma capa de gesso ou cal, depois desse processo se escrevia ou se desenhavam os glifos, as lâminas se uniam como se fossem um biombo ou sanfona protegidas por capas de madeira" (Ronco, 2010, p. 119).


“Os códices astecas são documentos raros preservados pelos próprios autores que os esconderam, tal sua importância na organização simbólica da vida coletiva. Diferentemente dos códices europeus escritos, são pictoriais. Foram pintados em livros e comprovam o sofisticado domínio técnico dessa arte no período pré-colombiano. Em variadas cores, o que demonstra o domínio técnico na confecção de tintas, os códices são numerosos. Destaque-se o Códice Borbônico. Data de longo tempo anterior à chegada dos espanhóis, os nativos criaram o tonalamatl (em nauatle: páginas dos dias) um almanaque de previsão do futuro para um ano de duzentos e sessenta dias, o tonalpohualli. Cada página mostra vinte linhas com treze divindades em cada uma. As ricas ilustrações com animais, casas, flores e outros signos eram combinadas pelo sacerdote para a finalidade divinatória. Muitas dessas obras estão, hoje, em museus estrangeiros. São variados e retratam diferentes aspectos da cultura asteca. São conhecidos o Códice Boturini (1530/1541), o Mendoza (1541), o Florentino (1540/1585), o Osuna (1565), o Aubin (1576), o Magliabechiano, (Início do Século XVI) o Cozcatzin, (1572) o Ixtlilxochitl, (Início do Século XVII) e o Libellus de Midicinalibus Indorum Herbis (1552). Dão conta documental e artística da capacidade estética asteca em representar, com delicadeza e rigor estilístico, em narrativa naturalista própria, temas sobre os quais os antropólogos, historiadores e pesquisadores da estética, continuam debruçados" (Silva, 2012, p. 118). Os códices são fontes primárias fundamentais para conhecermos algumas civilizações pré-colombianas, a exemplo dos Astecas. Com base nas informações dos dois textos expostos, pesquise um códice asteca e elabore um texto explicativo sobre ele em um aplicativo/programa com recursos visuais (exemplos: Canva, Jamboard etc.) abordando os seguintes aspectos:


a) o nome do códice escolhido;

b) período em que foi escrito;

c) análise histórica do códice na totalidade;

d) análise de uma página interpretando os glifos/imagens apresentadas na mesma

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